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	<description>Tudo sobre Neurociências, Neurologia e Neurocirurgia e Ciências Afins</description>
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		<title>A evolução das emoções de cunho moral em um contexto de jogos de reciprocidade</title>
		<link>http://cleiton.neuroblog.com/2012/05/28/a-evolucao-das-emocoes-de-cunho-moral-em-um-contexto-de-jogos-de-reciprocidade/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 May 2012 19:01:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cleiton Lopes Aguiar</dc:creator>
				<category><![CDATA[neuro]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left"><a href="http://cleiton.neuroblog.com/files/2012/05/reciprocidade2.jpg" rel="prettyPhoto[126]"><img class="alignleft size-medium wp-image-65" src="http://cleiton.neuroblog.com/files/2012/05/reciprocidade2-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: left">Diversos pesquisadores, incluindo o psicólogo evolucionista Steve Pinker, defendem que a principal fonte das emoções dos <em>Homo sapiens</em> é o próprio relacionamento humano. Ou seja, as emoções mais ardentes são evocadas não por paisagens, aranhas, baratas ou sobremesas, mas sim por outras pessoas. Algumas emoções, como a raiva fazem-nos querer ferir as pessoas; outras, como o amor, simpatia e gratidão fazem-nos querer ajudá-las. Para entender essas emoções, precisamos primeiro compreender por que os organismos deveriam ser projetados para ajudar ou ferir uns aos outros.</p>
<p style="text-align: left">A afirmação de que as emoções sociais funcionam em benefício do grupo na realidade representa um afastamento radical do darwinismo. A seleção natural só poderia selecionar grupos com membros altruístas se  cada grupo pudesse fazer cumprir um pacto garantindo que todos os seus membros permanecessem altruístas. Isso porque um animal  egoísta colheria as recompensas do altruísmo dos demais sem arcar com custo algum.</p>
<p>A seleção natural é o efeito cumulativo de êxitos relativos de diferentes replicadores. Isso significa que ela seleciona os replicadores que replicam melhor, ou seja, os egoístas. Se os organismos fossem os replicadores, todos eles seriam egoístas. Mas os organismos não se replicam, os genes sofrem variabilidade de geração para geração, de modo que nós, por exemplo, não somos como nossos pais, embora compartilhemos boa parte de seus materiais genéticos. Os genes, e não os corpos, replicam-se, e isso significa que os primeiros, e não os últimos, deveriam ser necessariamente egoístas.</p>
<p>A maneira de um gene, presente em um animal portador de sistema nervoso central, se replicar é programar as conexões neurais para que os prazeres e sofrimentos deste animal levem-no a agir de modo que conduzam a mais cópias do gene. Frequentemente, isso significa fazer com que um animal aprecie os estados que lhe permitem sobreviver e reproduzir-se, por exemplo, sentir prazer quando estamos de estômago cheio. No geral, os animais estão muito mais interessados neles próprios do que no seu grupo, espécie ou ecossistema. Uma exceção seriam os parentes que, em última análise, ajudariam na replicação do genoma do indivíduo em questão.</p>
<p>O altruísmo pode ser definido como sendo um comportamento que visa beneficiar outro animal em detrimento de si mesmo. Quando o altruísmo evolui porque o altruísta é aparentado com o beneficiário, de modo que o gene causador do altruísmo beneficia a si mesmo, o termo empregado é seleção por parentesco. Mas, quando examinados a psicologia do animal que assim se comporta, podemos dar outros nomes ao fenômeno: amor, compaixão, amizade etc. Nesse sentido, a essência do amor, por exemplo, seria sentir prazer com o bem-estar do outro e sofrer quando o outro é prejudicado. Os sacrifícios feitos por amor são muitas vezes modulados segundo o grau de parentesco.</p>
<p>A teoria do gene egoísta muitas vezes é deturpada por pessoas que afirmam que os animais tentam propagar seus genes. Os genes &#8220;tentam&#8221; propagar-se projetando o sistema nervoso dos animais de modo que estes amem seus parentes e procurem mantê-los aquecidos, alimentados e seguros. É importante não confundir os motivos metafóricos dos genes com os motivos mais profundos, verdadeiros e inconscientes das pessoas. Os animais amam seus filhos não porque desejam propagar seus genes, mas porque isso lhes é inevitável.</p>
<p>Contudo, os animais não são bons apenas com seus familiares. Em princípio, o altruísmo recíproco seria uma troca de favores. É óbvio que a probabilidade de surgir um aproveitador dentro de um grupo altruísta não é baixa. Deste modo, este aproveitador recebe o favor, mas dedica o seu tempo para outras atividades que não a retribuição do favor, mas sim a alimentação e a reprodução. Dentro de algumas gerações não será surpresa se a característica altruísta do grupo em questão estiver desaparecido, predominando os parentes dos que foram egoístas em tempos remotos. Imaginemos então, que dentro de um outro grupo altruísta surgissem indivíduos que só prestassem um favor àqueles que lhes fizessem o mesmo, anulando a possível vantagem que um indivíduo trapaceiro teria. Acontece que dentro deste mesmo grupo, estão presentes indivíduos que prestam favores de vez em quando ou de maneira parcial. Estes acabam recebendo mais favores do que prestando, o que lhes traz vantagem adaptativa. É possível também o surgimento de indivíduos que consigam reconhecer comportamentos como o descrito anteriormente, evitando prestar favores para estes. Um animal deve ser capaz de conceder um grande benefício a outro a um custo pequeno para si mesmo, e os papéis comumente tem de se reverter. Os animais precisam destinar parte de seu encéfalo ao reconhecimento uns dos outros como indivíduos e, se a retribuição vier muito depois do favor, também a recordação de quem os ajudou e de quem se recusou a ajudá-los e, conforme essa lembrança, decidir como conceder ou negar favores.</p>
<p>No caso dos <em>Homo sapiens</em> há uma adaptação particular ás demandas do altruísmo recíproco. A linguagem, por exemplo, é um bem de troca ideal que proporciona benefícios para quem a recebe e baixíssimos custos para o emissor. A mente humana é equipada com módulos estipuladores de objetivos que regulam a distribuição de favores; como no caso do altruísmo orientado para os familiares, o altruísmo recíproco é a expressão <em>behaviorista</em> de todo um conjunto de pensamentos e emoções.</p>
<p>As demandas do altruísmo recíproco são provavelmente a fonte de muitas emoções humanas. Coletivamente, elas compõe uma grande parte do senso moral. O equipamento mínimo é um detector de trapaceiros e uma estratégia olho por olho que negue ajuda adicional a um trapaceiro bruto. Trapaceiro bruto é aquele que se recusa absolutamente a retribuir ou que retribui com tão pouco que o altruísta recebe de volta menos do que o custo de seu favor inicial. Mas a verdadeira trama começa com a existência de um modo mais sutil de trapacear. O jogo torna-se mais complicado &#8211; a seleção favorece a trapaça no caso de o altruísta não descobrir ou não interromper seu altruísmo, caso a descubra. Isso conduz a melhores detectores de trapaceiros; o que leva a trapaças mais sutis; o que acarreta detectores para trapaças mais sutis; o que origina táticas para safar-se com trapaças sutis sem ser detectado pelos detectores de trapaças sutis e assim por diante. Cada detector deve acionar um módulo de emoção que estipule o objetivo apropriado &#8211; continuar a retribuir, romper relacionamento, etc. Sendo assim, por engenharia reversa, é possível identificar as emoções de cunho moral como estratégias no jogo da reciprocidade.</p>
<p>Afeição seria a emoção que inicia e mantém uma parceria altruísta. Aproximadamente, consiste na disposição para oferecer um favor a alguém e se dirige àqueles que parecem dispostos a oferecer favores em retribuição. Gostamos de pessoas que são gentis conosco e somos gentis com as pessoas de quem gostamos.</p>
<p>Raiva protegeria a pessoa cuja gentileza deixou-a vulnerável à trapaça. Quando a exploração é descoberta, a pessoa classifica o ato ofensivo como injusto e sente indignação e desejo de reagir com uma agressão moralista: punir o trapaceiro rompendo o relacionamento e às vezes ferindo-o.</p>
<p>Gratidão aferiria o desejo de retribuir com os custos e benefícios do ato original. Somos gratos às pessoas quando o favor que nos prestaram ajudou-nos muito e custou-lhes muito.</p>
<p>Simpatia, seria o desejo de ajudar os que estão necessitados, pode ser uma emoção para conquistar gratidão. Se as pessoas são mais gratas quando mais precisam de um favor, uma pessoa necessitada é uma oportunidade de fazer um ato altruísta render o máximo.</p>
<p>Culpa poderia torturar um trapaceiro que está correndo perigo de ser descoberto. Se a vítima reage interrompendo toda ajuda futura, o trapaceiro terá pago caro. Ele tem interesse em impedir esse rompimento compensando a iniquidade e abstendo-se de cometê-la novamente.</p>
<p>O próximo passo seria a capacidade de discriminar entre emoções reais e simuladas. Temos então a evolução de confiança e desconfiança. A procura de sinais de fidedignidade transforma-nos em leitores de mentes, alertas para qualquer hesitação ou incongruência que traia uma emoção fingida. Como a hipocrisia é mais facilmente exposta quando as pessoas comparam observações, a busca da fidedignidade transforma-nos em ávidos consumidores de boatos. Em troca, nossa reputação torna-se nosso bem mais precioso, e somos motivados a protegê-la (e realçá-la) com exibições flagrantes de generosidade, simpatia e integridade e a ficar melindrados quando ela é contestada.</p>
<p>A capacidade de resguardar-se contra emoções simuladas pode, por sua vez, ser usada como arma contra emoções reais. Uma pessoa pode proteger suas próprias trapaças atribuindo falsos motivos a outra pessoa &#8211; dizendo que esta não está de fato magoada, não é amiga, não se sente grata, culpada, etc, quando na realidade a pessoa está sentindo sinceramente essas emoções. Não admira que alguns autores afirmem que a expansão do encéfalo humano foi fortemente modulada por uma corrida “armamentista” cognitiva, impelida pelas emoções necessárias para regular o altruísmo recíproco.</p>
<p>Essas questões serão discutidas de maneira mais detalhada no Curso sobre Neurobiologia das Emoções que lançaremos em breve no site do <a href="http://neurocurso.com/">Neurocurso</a> .</p>
<p>Cleiton Lopes Aguiar</p>
<p>Baseado em: Steven Pinker. Como a mente funciona. São Paulo. Companhia das Letras. 1998</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Dependência Química</title>
		<link>http://oconsultorio.neuroblog.com/2012/05/23/dependencia-quimica-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 19:13:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oconsultorio</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-122 alignright" src="http://oconsultorio.neuroblog.com/files/2012/05/campanhaJP-dependencia-quimica1-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></p>
<p>Conjunto de fenômenos comportamentais, cognitivos e fisiológicos que se desenvolvem após repetido consumo de uma substância psicoativa, tipicamente associado ao desejo poderoso de tomar a droga; à dificuldade de controlar o consumo, à utilização persistente apesar das suas conseqüências nefastas, a uma maior prioridade dada ao uso da droga em detrimento de outras atividades e obrigações, a um aumento da tolerância pela droga e por vezes, a um estado de abstinência física.</p>
<p><a href="http://oconsultorio.neuroblog.com/files/2012/05/campanhaJP-dependencia-quimica.jpg"><br />
</a>A síndrome de dependência pode dizer respeito a uma substância psicoativa específica (por exemplo, o fumo, o álcool ou o diazepam), a uma categoria de substâncias psicoativas (por exemplo, substâncias opiáceas) ou a um conjunto mais vasto de substâncias farmacologicamente diferentes. CID-10</p>
<p><a href="http://oconsultorio.neuroblog.com/files/2012/05/As-a-result-of-drug-addiction.jpg" rel="prettyPhoto[125]"><img class="size-full wp-image-123 alignleft" src="http://oconsultorio.neuroblog.com/files/2012/05/As-a-result-of-drug-addiction.jpg" alt="" width="300" height="282" /></a><strong><span style="text-decoration: underline;">Etiologia:</span></strong></p>
<p>·  Transtorno anti-social da personalidade é maior entre os dependentes de álcool e drogas ilícitas (Vaillant, 1983)</p>
<p>·   Transtorno de humor e ansiedade é maior entre os dependentes de substâncias.</p>
<p>·  Depressão e ansiedade, em muitos a dependência se instala como forma de “automedicação”. Os transtornos ansiosos: pânico, agorafobia e fobia social. Parece predispor mais a  dependência. A história pessoal de hiperatividade e déficit de atenção parece também predispor.</p>
<p>·   As primeiras experiências envolvem: cigarros, álcool, hidrocarbonetos voláteis, maconha. Segue-se um período de experimentação, uso regular e episódios de intoxicação franca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>·   Instalada a dependência, os interesses voltam-se para a droga, quebram-se relações, interesses abandonados e responsabilidades postergadas. Surgem dificuldades escolares, em família, trabalho.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">O que fazer?</span></strong></p>
<p><strong>A Terapia Cognitiva-Comportamental mostra-se o recurso adequado no tratamento da dependência química associado a equipe multidisciplinar.</strong></p>
<p>1. Treinar Assertividade: aprender a posicionar-se, colocar seus limites, ser afirmativo. Assertividade não significa agressividade ou auto-anulação.</p>
<p>2. Treino de Habilidades Sociais: Aprender a lidar com desafios pessoais e profissionais e inserir-se socialmente.</p>
<p>3.  Rever falsas crenças sobre drogas e seus prejuízos. Obter informações confiáveis.</p>
<p>4.  Motivar-se para buscar ajuda .</p>
<p>5.  Pequenas quebras de abstinência não deve adquirir caráter catastrófico, durante o tratamento. Pesquisas apontam a existência de recaídas durante o tratamento.</p>
<p>6.  Acompanhamento Médico.</p>
<p>7. Identificação dos Incidentes Críticos que produzem a quebra de abstinência.(Situações que desencadeiam o uso).</p>
<p>8-  Compreender o significado do consumo de droga no contexto de vida da pessoa.</p>
<p>9.  Internação em casos acentuados de dependência.</p>
<p>Pesquisa Alexandre Rivero</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Baixa Estima</title>
		<link>http://oconsultorio.neuroblog.com/2012/05/17/baixa-estima/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 22:51:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oconsultorio</dc:creator>
				<category><![CDATA[NeuroPsicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A maneira como nossos pais e pessoas importantes nos perceberam na infância é muito significativo na construção do nosso auto-conceito. Famílias que buscam aspectos positivos nos filhos, relacionam-se com qualidades conferem um ambiente propício para o desenvolvimento de um olhar afetivo da pessoa consigo mesma. Nosso auto-conceito pode ser mais rígido ou mais flexível, dependendo(...)</p><p>The post <a href="http://oconsultorio.neuroblog.com/2012/05/17/baixa-estima/">Baixa Estima</a> appeared first on <a href="http://neuroblog.com">NeuroBlog.com</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A maneira como nossos pais e pessoas importantes nos perceberam na infância é muito significativo na construção do nosso auto-conceito. Famílias que buscam aspectos positivos nos filhos, relacionam-se com qualidades conferem um ambiente propício para o desenvolvimento de um olhar afetivo da pessoa consigo mesma. Nosso auto-conceito pode ser mais rígido ou mais flexível, dependendo de nossas crenças pessoais sobre nós mesmos, gerando segurança ou insegurança diante das situações de vida</p>
<p>O Auto-conceito se refere a atitudes e o conceito que temos acerca de nós mesmos. A Auto-estima está ligada a auto-aprovação e auto-respeito para consigo próprio. A aceitação que recebemos de pessoas importantes como pai, mãe, professores tem importância significativa para construirmos nossa auto-estima.</p>
<p>A auto-estima produz uma sensação de auto-respeito, eficácia e mérito pessoal. Podemos compreender porque auto-estima e desempenho estão intimamente relacionados. A baixa-estima produz medo, insegurança nas diversas áreas de nossa vida como no relacionamento: homem-mulher, profissional, pessoal e social. Podemos: amar, contribuir, ajudar, quando amamos a nós mesmos.</p>
<p>A auto-estima relaciona-se com processos emocionais e motivacionais. Pessoas que se relacionam com alto grau de crítica, em relação a si próprios aprendem a desvalorizar suas conquistas. Estabelecem padrões perfeccionistas em relação a seu desempenho. Tornam-se muito exigentes em relação a desempenho que apresentam.</p>
<p>As crianças escolares ou os adultos tendem a ver sua conduta atual em termos de causas temporárias próximas e não em relação a influências mais distantes. Distorcem suas percepções levando em consideração apenas a ações do momento atual, que foram mal sucedidas.</p>
<p><a href="http://oconsultorio.neuroblog.com/files/2012/05/depressao-thumb.jpg" rel="prettyPhoto[123]"><img class="size-full wp-image-116 alignright" src="http://oconsultorio.neuroblog.com/files/2012/05/depressao-thumb.jpg" alt="" width="300" height="295" /></a>A baixa auto-estima está relacionada com distorções cognitivas (Exemplo: crenças de que a perfeição poderia nos levar ao sucesso), déficit de habilidades (Exemplo: inabilidade de perceber suas conquistas, oferecer auto-elogio) e falta de apoio social (Exemplo: modelo familiar que reconheça ações bem sucedidas, pai e mãe que elogiem conquistas).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline">Quadro Comparativo sobre Baixa-Estima e Alta-Estima Pessoal:</span></strong></p>
<p>Sente-se ameaçado X Sente-se livre</p>
<p>Dependência X Autonomia</p>
<p>Rígido/Resiste a mudanças X Flexibilidade</p>
<p>Insatisfeito com o trabalho, não busca melhoria X Aprendizagem contínua</p>
<p>Relaciona-se com posse / destrutividade X Relaciona-se de forma duradoura e sincera</p>
<p>Desrespeito a si mesmo e humilha o outro X Auto-Respeito e ao outro</p>
<p>Desconfiança X Confiança</p>
<p>Percebe-se como cópia e não aceita diferenças X Valoriza diferenças</p>
<p>Baixa percepção de si mesmo X Auto-conhecimento</p>
<p>Outro decide e culpa as pessoas X Toma decisões – responsabiliza-se</p>
<p>Não conhece direitos e deveres X Conhece e defende seus direitos e deveres</p>
<p>Não se envolve, não emite juízos X Compromete-se</p>
<p>Baixo Auto-Controle X Auto-Controle</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline"><a href="http://oconsultorio.neuroblog.com/files/2012/05/estima.jpg" rel="prettyPhoto[123]"><img class="size-full wp-image-117 alignright" src="http://oconsultorio.neuroblog.com/files/2012/05/estima.jpg" alt="" width="400" height="372" /></a>Etiologia:</span></strong></p>
<p>Ambiente com cultura de baixa estima, valorização pelas pessoas critério (pais, educadores, religiosos e formadores de opinião pública) do erro, busca das dificuldades, numa perspectiva reforçadora do negativismo. Educação que enfatize faltas, erros, falhas ao invés de acertos, empenho na busca do sucesso.</p>
<p>Depressão e transtornos associados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline">Comorbidade:</span></strong></p>
<p>A baixa auto-estima está associada a outros transtornos: déficit de atenção e hiperatividade, de aprendizado, desafiador opositivo, distímico, depressão e bulimia nervosa&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline">O que fazer?</span></strong><span style="text-decoration: underline"> </span></p>
<p><span style="text-decoration: underline">A Terapia Cognitiva-Comportamental mostra-se o recurso adequado para a tratamento deste Transtorno.</span></p>
<p>1. Profissionais Mediarem Apoio compensatório - fortalecendo a auto-valorização (Ajudar o paciente aprender a reconhecer suas qualidades, forças e comportamentos bem sucedidos)</p>
<p>2. Pais necessitam aprender a mudar a relação pais &lt;–&gt; filho (Treinamento de pais para expressarem reconhecimento e elogios)</p>
<p>3. Exercitar-se em técnicas de educação da raiva, ansiedade, medo,&#8230;. : identificando os sinais internos (fisiológicos/psicológicos) e externos (gatilhos situacionais/conseqüências) destas emoções, diferenciando níveis de emoções. (aprender habilidades de identificar emoções)</p>
<p>4. Fazer auto-afirmações verbais induzindo estratégias de lido com emoções de maneira adaptativa. (Conversar consigo mesmo através de frases afirmativas positivas. Exemplo: Eu posso aprender a lidar com esta situação de uma maneira melhor.)</p>
<p>5.  Praticar técnicas de relaxamento e estratégias de resolução de problemas (Exemplo subdividir o problema em partes e resolver item a item).</p>
<p>6.  Criar uma lista de pensamentos automáticos de baixa-estima (Tomar consciência de seus pensamentos negativos).</p>
<p>7. Transferir habilidades para compreender o outro para a habilidade de auto-compreensão. (ser empático consigo mesmo)</p>
<p>8. Quebrar a crença de que precisa ser perfeito para não ser rejeitado. Mesmo com falhas posso ser amado.</p>
<p>9. Valorizar sua história de vida e compreender a formação de suas crenças sobre si mesmo.</p>
<p>10.Construir uma narrativa de sua trajetória de vida mais otimista e positiva, criando palavras positivas sobre passagens de sua vida. Enfatizar nesta narrativa suas realizações e entender que mesmo em situações que fracassou obteve aprendizagem.</p>
<p>* Rivero é psicólogo clínico, mestrado USP e professor universitário</p>
<p>riveroalexandre@hotmail.com</p>
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		<title>Pacientes paralisados usam braço robótico controlado pela mente</title>
		<link>http://guimes.neuroblog.com/2012/05/17/pacientes-paralisados-usam-braco-robotico-controlado-pela-mente/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 19:05:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme da Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A interação entre cérebro e máquinas é uma das áreas mais promissoras para a recuperação de pacientes com problemas de mobilidade, e os pesquisadores acabaram de dar mais um passo importante nessa direção. Pacientes tetraplégicos conseguiram, apenas com o pensamento, controlar um braço robótico. Foi a primeira vez que a técnica foi aplicada com sucesso(...)</p><p>The post <a href="http://guimes.neuroblog.com/2012/05/17/pacientes-paralisados-usam-braco-robotico-controlado-pela-mente/">Pacientes paralisados usam braço robótico controlado pela mente</a> appeared first on <a href="http://neuroblog.com">NeuroBlog.com</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A interação entre cérebro e máquinas é uma das áreas mais promissoras para a recuperação de pacientes com problemas de mobilidade, e os pesquisadores acabaram de dar mais um passo importante nessa direção.<span id="more-122"></span></p>
<p>Pacientes tetraplégicos conseguiram, apenas com o pensamento, controlar um braço robótico. Foi a primeira vez que a técnica foi aplicada com sucesso em humanos. O controle de membros virtuais já tinha sido feito por macacos – inclusive em uma pesquisa conduzida pelo neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis.</p>
<p>O mais recente avanço, publicado nesta quarta-feira (16) pela revista científica “Nature”, é fruto do trabalho de uma equipe internacional de cientistas, liderada por Leigh Hochberg, ligado às universidades Brown e Harvard, ambas nos Estados Unidos.</p>
<p>O braço robótico, chamado de “BrainGate” (“portal do cérebro”, em inglês), é um exemplo do que os cientistas chamam de “interface cérebro-máquina”. Um pequeno sensor é colocado no cérebro, em uma parte conhecida como córtex motor, que coordena os movimentos. Os sinais elétricos enviados pelos neurônios são levados diretamente para o aparelho, que responde aos estímulos e se movimenta.</p>
<p>A tecnologia, que ainda está a anos de ser aplicada na prática por pacientes em geral, foi testada com sucesso em duas pessoas. Nesses testes, técnicos que elaboraram o projeto acompanharam o uso em condições controladas, e calibraram o braço robótico na casa dos pacientes.</p>
<p>Os primeiros pacientes a ter acesso à tecnologia foram um homem de 66 anos e uma mulher de 58. Os dois perderam os movimentos do corpo depois de sofrerem acidentes vasculares cerebrais (AVCs) – ela em 1996 e ele em 2006.</p>
<p>A paciente Cathi Hutchinson disse que não precisou se concentrar mais que o normal para controlar o braço robótico, que ela usou para trazer uma garrafa até a boca e beber de um canudo.</p>
<p>“Bem no começo, eu tive que me concentrar e focar nos músculos que usaria para fazer certas funções. O BrainGate me deu uma sensação natural e confortável, então me acostumei rapidamente à experiência”, afirmou.</p>
<p>Teoricamente, os avanços na área devem servir para pacientes paralisados por diferentes motivos, desde lesões na coluna a doenças degenerativas como a esclerose lateral amiotrófica.</p>
<p>de G1</p>
<p>The post <a href="http://guimes.neuroblog.com/2012/05/17/pacientes-paralisados-usam-braco-robotico-controlado-pela-mente/">Pacientes paralisados usam braço robótico controlado pela mente</a> appeared first on <a href="http://neuroblog.com">NeuroBlog.com</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Tiques</title>
		<link>http://oconsultorio.neuroblog.com/2012/05/09/tiques/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 18:16:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oconsultorio</dc:creator>
				<category><![CDATA[NeuroPsicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Tiques Grupo de síndromes, caracterizadas pela presença evidente de um tique. Um tique é um movimento motor (ou uma vocalização) involuntário, rápido, recorrente e não-rítmico (implicando habitualmente grupos musculares determinados), ocorrendo bruscamente e sem finalidade aparente. Os tiques são habitualmente sentidos como irreprimíveis, mas podem em geral ser suprimidos durante um período de tempo variável.(...)</p><p>The post <a href="http://oconsultorio.neuroblog.com/2012/05/09/tiques/">Tiques</a> appeared first on <a href="http://neuroblog.com">NeuroBlog.com</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Verdana"><strong><span style="color: #00000;font-size: large">Tiques</span></strong></span></p>
<p><span style="color: #00000;font-family: Verdana">Grupo de síndromes, caracterizadas pela presença evidente de um tique. Um tique é um movimento motor (ou uma vocalização) involuntário, rápido, recorrente e não-rítmico (implicando habitualmente grupos musculares determinados), ocorrendo bruscamente e sem finalidade aparente. Os tiques são habitualmente sentidos como irreprimíveis, mas podem em geral ser suprimidos durante um período de tempo variável. São freqüentemente exacerbados pelo &#8220;stress&#8221; e desaparecem durante o sono. Os tiques motores simples mais comuns incluem o piscar dos olhos, movimentos bruscos do pescoço, levantar os ombros e fazer caretas. Os tiques vocais simples mais comuns comportam a limpeza da garganta, latidos, fungar e assobiar. Os tiques motores complexos mais comuns incluem se bater, saltar e saltitar. Os tiques vocais complexos mais comuns se relacionam à repetição de palavras determinadas, às vezes com o emprego de palavras socialmente reprovadas, freqüentemente obscenas (coprolalia) e a repetição de seus próprios sons ou palavras (palilalia).</span></p>
<p><span style="color: #00000;font-family: Verdana">(Excluir possibilidade de Síndrome de Tourette, que se caracteriza pelo presença de tiques não transitórios).</span></p>
<p><span style="color: #00000;font-family: Verdana">Transtorno caracterizado em um momento qualquer durante o curso da doença por tiques motores múltiplos e um ou mais tiques vocais, não necessariamente simultâneos. O transtorno se agrava habitualmente durante a adolescência e persiste freqüentemente na idade adulta. Os tiques vocais são freqüentemente múltiplos, com vocalizações, limpeza da garganta e grunhidos repetidos e explosivos, e por vezes, emissão de palavras ou frases obscenas, associadas em certos casos a uma ecopraxia gestual que pode ser igualmente obscena (copropraxia). As causas da enfermidade ainda são desconhecidas, mas a hipótese mais aprovada é a de origem genética).</span></p>
<p><span style="color: #00000;font-family: Verdana"> </span><strong><span style="text-decoration: underline"><span style="color: #00000;font-family: Verdana">Etiologia:</span></span></strong></p>
<p><span style="color: #00000;font-family: Verdana">-desregulação neuroquímica;</span></p>
<p><span style="color: #00000;font-family: Verdana">-Busca de atenção;</span></p>
<p><span style="color: #00000;font-family: Verdana">-Forma de diminuir tensão interna.</span></p>
<p><span style="color: #00000;font-family: Verdana"> </span><strong><span style="text-decoration: underline"><span style="color: #00000;font-family: Verdana">O que fazer:  </span></span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline"><span style="color: #00000;font-family: Verdana">A Terapia Cognitiva com acompanhamento e avaliação Neurológica.</span></span></strong></p>
<p><span style="color: #00000;font-family: Verdana">1-Inversão do hábito – (Azrin e Nunn – 1973)</span></p>
<p><span style="color: #00000;font-family: Verdana">2-Tomar consciência e realizar uma resposta competitiva, que envolva um grupo muscular oposto, cerca de 3 minutos.</span></p>
<p><span style="color: #00000;font-family: Verdana">3-Prática Maciça – (Yates e Hull)</span></p>
<p><span style="color: #00000;font-family: Verdana">4-Execução exaustiva, quando atinge o ápice é solicitado o descanso. – é reforçado o não executar o tique.</span></p>
<p><span style="color: #00000;font-family: Verdana">5-Automonitoramento</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana"><span style="color: #00000">6-Perceber a situações em que aparecem o tique.</span></span></p>
<p><span style="color: #00000;font-family: Verdana">7-Compreender o significado do tique.</span></p>
<p><span style="color: #00000;font-family: Verdana">Pesquisa Alexandre Rivero</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Transtornos Sexuais e Disfunção Sexual Induzida por Substância</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 17:21:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oconsultorio</dc:creator>
				<category><![CDATA[NeuroPsicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Rivero]]></category>
		<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-Ajuda]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Transtornos Sexuais 302.71 Transtorno de Desejo Sexual Hipoativo 302.79 Transtorno de Aversão Sexual 302.72 Transtorno da Excitação Sexual Feminina 302.73 Transtorno Erétil Masculino 302.74 Transtorno do Orgasmo Feminino 302.74 Transtorno do Orgasmo Masculino (ejaculação precoce) 302.75 Dispareunia 306.51 Vaginismo &#160; Disfunção Sexual Induzida por Substância 302.4 Exibicionismo 302.80 Fetichismo 302.89 Frotteurismo 302.2 Pedofilia 302.83 Masoquismo(...)</p><p>The post <a href="http://oconsultorio.neuroblog.com/2012/05/07/transtornos-sexuais-e-disfuncao-sexual-induzida-por-substancia/">Transtornos Sexuais e Disfunção Sexual Induzida por Substância</a> appeared first on <a href="http://neuroblog.com">NeuroBlog.com</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Transtornos Sexuais</strong></p>
<p>302.71 Transtorno de Desejo Sexual Hipoativo</p>
<p>302.79 Transtorno de Aversão Sexual</p>
<p>302.72 Transtorno da Excitação Sexual Feminina</p>
<p>302.73 Transtorno Erétil Masculino</p>
<p>302.74 Transtorno do Orgasmo Feminino</p>
<p>302.74 Transtorno do Orgasmo Masculino (ejaculação precoce)</p>
<p>302.75 Dispareunia</p>
<p>306.51 Vaginismo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Disfunção Sexual Induzida por Substância</strong></p>
<p>302.4 Exibicionismo</p>
<p>302.80 Fetichismo</p>
<p>302.89 Frotteurismo</p>
<p>302.2 Pedofilia</p>
<p>302.83 Masoquismo Sexual</p>
<p>302.84 Sadismo Sexual</p>
<p><strong>302.71 Transtorno de Desejo Sexual Hipoativo</strong><br />
Critérios Diagnóstico<br />
A. Deficiência (ou ausência) persistente ou recorrente de fantasias ou desejo de ter atividade sexual. O julgamento de deficiência ou ausência é feito pelo clínico, levando em consideração fatores que afetam o funcionamento sexual, tais como idade e contexto de vida do indivíduo.<br />
B. A perturbação causa acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal.<br />
C. A disfunção sexual não é mais bem explicada por outro transtorno do Eixo I (exceto por outra Disfunção Sexual) nem se deve exclusivamente aos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (p. ex., droga de abuso, medicamento) ou de uma condição médica geral.</p>
<p><strong>302.79 Transtorno de Aversão Sexual</strong><br />
Critérios Diagnósticos<br />
A. Extrema aversão ou esquiva persistente ou recorrente de todo (ou quase todo) contato sexual genital com um parceiro sexual.<br />
B. A perturbação causa acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal.<br />
C. A disfunção sexual não é mais bem explicada por outro transtorno do Eixo I (exceto por outra Disfunção Sexual).</p>
<p><strong>302.72 Transtorno da Excitação Sexual Feminina</strong><br />
Critérios Diagnósticos<br />
A. Fracasso persistente ou recorrente para adquirir ou manter uma resposta de excitação sexual de lubrificação turgescência até a consumação da atividade sexual.<br />
B. A perturbação causa acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal.<br />
C. A disfunção sexual não é mais bem explicada por outro transtorno do Eixo I (exceto por outra Disfunção Sexual), nem se deve exclusivamente aos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (p. ex., droga de abuso, medicamento) ou de uma condição médica geral.</p>
<p><strong><a href="http://oconsultorio.neuroblog.com/files/2012/05/TRANSTORNO_SEXUAL.jpg" rel="prettyPhoto[119]"><img class="size-full wp-image-107 alignright" src="http://oconsultorio.neuroblog.com/files/2012/05/TRANSTORNO_SEXUAL.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>302.73 Transtorno Erétil Masculino</strong><br />
Critérios Diagnóstico<br />
A. Incapacidade persistente ou recorrente de obter ou manter uma ereção adequada até a conclusão da atividade sexual.<br />
B. A perturbação causa acentuado sofrimento ou dificuldades interpessoais.<br />
C. A disfunção erétil não é mais bem explicada por outro transtorno do Eixo I (outro que não Disfunção Sexual), nem se deve exclusivamente aos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (p. ex., droga de abuso, medicamento), ou de uma condição médica geral.</p>
<p><strong>302.74 Transtorno do Orgasmo Feminino</strong><br />
Critérios Diagnósticos<br />
A. Atraso ou ausência persistente ou recorrente de orgasmo após uma fase normal de excitação sexual. As mulheres apresentam uma ampla variabilidade no tipo ou na intensidade da estimulação que leva ao orgasmo. O diagnóstico de Transtorno do Orgasmo Feminino deve fundamentar-se no julgamento clínico de que a capacidade orgástica da mulher é menor do que seria esperado para sua idade, experiência sexual e adequação da estimulação sexual que recebe.<br />
B. A perturbação causa acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal.<br />
C. A disfunção orgástica não é mais bem explicada por outro transtorno do Eixo I (exceto por outra Disfunção Sexual), nem se deve exclusivamente aos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (p. ex., droga de abuso, medicamento) ou de uma condição médica geral.</p>
<p><strong>302.74 Transtorno do Orgasmo Masculino</strong><br />
Critérios Diagnósticos<br />
A. Atraso ou ausência persistente ou recorrente de orgasmo após uma fase normal de excitação sexual durante a atividade sexual, que o clínico julga adequada em termos de foco, intensidade e duração, levando em consideração a idade da pessoa.<br />
B. A perturbação causa acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal.<br />
C. A disfunção orgástica não é mais bem explicada por outro transtorno do Eixo I (exceto por outra Disfunção Sexual), nem se deve exclusivamente aos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (p. ex., droga de abuso, medicamento) ou de uma condição médica geral.</p>
<p><strong>Ejaculação Precoce </strong><br />
Critérios Diagnóstico<br />
A. Ejaculação persistente ou recorrente com estimulação sexual mínima antes, durante ou logo após a penetração, antes que o indivíduo o deseje. O clínico deve levar em consideração os fatores que afetam a duração da fase de excitação, tais como idade, novidade da parceira ou situação sexual e freqüência da atividade sexual recente.<br />
B. A perturbação causa acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal.<br />
C. A ejaculação precoce não se deve exclusivamente aos efeitos diretosde uma substância (p. ex., abstinência de opióides).</p>
<p><strong><a href="http://oconsultorio.neuroblog.com/files/2012/05/casal-sexo-ruim.jpg" rel="prettyPhoto[119]"><img class="size-medium wp-image-108 alignleft" src="http://oconsultorio.neuroblog.com/files/2012/05/casal-sexo-ruim-300x240.jpg" alt="" width="300" height="240" /></a>302.75 Dispareunia</strong> (Não Devida a uma Condição Médica Geral)<br />
Critérios Diagnóstico<br />
A. Dor genital recorrente ou persistente associada com o intercurso sexual em homem ou mulher<br />
B. A perturbação causa acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal.<br />
C. A perturbação não é causada exclusivamente por Vaginismo ou falta de lubrificação, não é mais bem explicada por outro transtorno do Eixo I (exceto por outra Disfunção Sexual), nem se deve exclusivamnte aos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (p. ex., droga de abuso, medicamento) ou de uma condição médica geral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>306.51 Vaginismo</strong> (Não Devido a uma Condição Médica Geral)<br />
Critérios Diagnósticos<br />
A. Espasmo involuntário, recorrente ou persistente da musculatura do terço inferior da vagina, que interfere no intercurso sexual.<br />
B. A perturbação causa acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal.<br />
C. A perturbação não é mais bem explicada por outro transtorno do Eixo I (p. ex., Tanstorno de Somatização), nem se deve exclusivamente aos efeitos fisiológicos diretos de uma condição médica geral.</p>
<p><strong>DISFUNÇÃO SEXUAL DEVIDO A UMA CONDIÇÃO MÉDICA GERAL</strong><br />
Critérios Diagnósticos<br />
A. Predomina no quadro clínico uma disfunção sexual clinicamente significativa que tem como resultado um acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal.<br />
B. Existem evidências, a partir do histórico, do exame físico ou dos achados laboratoriais, de que a disfunção sexual é plenamente explicada pelos efeitos fisiológicos diretos de uma condição médica geral.<br />
C. A perturbação não é mais bem explicada por outro transtorno mental (p. ex., Transtorno Depressivo Maior).</p>
<p><strong>Disfunção Sexual Induzida por Substância</strong> (consultar Transtornos Relacionados a Substâncias para códigos específicos das substâncias)<br />
Critérios Diagnósticos<br />
A. Predomina no quadro clínico uma disfunção sexual clinicamente significativa, que tem como resultado um acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal.<br />
B. Existem evidências, a partir do histórico, do exame físico ou dos achados laboratoriais, de que a disfunção sexual é plenamente explicada pelo uso de uma substância, o que se manifesta por (1) ou (2):<br />
(1) os sintomas no Critério A desenvolveram-se durante ou dentro de um mês após a Intoxicação com Substância<br />
(2) o uso de um medicamento está etiologicamente relacionado com a perturbação<br />
C. A perturbação não é mais bem explicada por uma Disfunção Sexual não induzida por substância. As evidências de que os sintomas são mais bem explicados por uma Disfunção Sexual não induzida por substância podem incluir as seguintes: os sintomas prededem o início do uso ou a dependência da substância (ou o uso do medicamento); os sintomas persistem por um período substancial de tempo (p. ex., cerca de 1 mês) após a cessação da intoxicação, ou excedem substancialmente aqueles que seriam esperados, dado o tipo ou a quantidade da substância usada ou a duração de seu uso; ou existem outras evidências sugerindo a existência de uma Disfunção Sexual independente, não induzida por substância (p. ex., um histórico de episódios recorrentes não relacionados a uma substância).</p>
<p><strong>PARAFILIAS<br />
302.4 Exibicionismo</strong><br />
Critérios Diagnósticos<br />
A. Ao longo de um período mínimo de 6 meses, fantasias, anseios sexuais e comportamentos sexualmente excitantes e intensos envolvendo a exposição dos próprios genitais a um estranho insuspeito.<br />
B. A pessoa realizou estes desejos sexuais, ou os desejos ou fantasias sexuais causam acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal.</p>
<p><strong>302.80 Fetichismo</strong><br />
Critérios Diagnóstico<br />
A. Ao longo de um período mínimo de 6 meses, fantasias sexualmente excitantes, recorrentes e intensas, impulsos sexuais e anseios ou comportamentos envolvendo o uso de objetos inanimados (p. ex., roupas íntimas femininas).<br />
B. As fantasias, impulsos sexuais ou comportamentos causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social ou ocupacional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.<br />
C. Os objetos de fetiche não se restringem a artigos de vestuário feminino usados no travestismo (como no Travestismo Fetichista) ou a dispositivos desenvolvidos com a finalidade de estimulação tátil da genitália p. ex., vibrador).</p>
<p><strong>302.89 Frotteurismo</strong><br />
Critérios Diagnóstico<br />
A. Ao longo de um período mínimo de 6 meses, fantasias sexualmente excitantes, recorrentes e intensas, impulsos sexuais ou comportamentos envolvendo tocar e esfregar-se em uma pessoa sem o seu consentimento.<br />
B. As fantasias, impulsos sexuais ou comportamentos causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social ou ocupacional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.</p>
<p><strong><a href="http://oconsultorio.neuroblog.com/files/2012/05/pedofilia_2.jpg" rel="prettyPhoto[119]"><img class="size-full wp-image-109 alignright" src="http://oconsultorio.neuroblog.com/files/2012/05/pedofilia_2.jpg" alt="" width="350" height="430" /></a>302.2 Pedofilia</strong><br />
Criérios Diagnósticos<br />
A. Ao longo de um período mínimo de 6 meses, fantasias sexualmente excitantes, recorrentes e intensas, impulsos sexuais ou comportamentos envolvendo atividade sexual com uma (ou mais de uma) criança pré-púbere (geralmente com idade inferior a 13 anos).<br />
B. As fantasias, impulsos sexuais ou comportamentos causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social ou ocupacional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.<br />
C. O indivíduo tem no mínimo 16 anos e é pelo menos 5 anos mais velho que a criança ou crianças no Critério A .</p>
<p><strong>302.83 Masoquismo Sexual</strong><br />
Critérios Diagnósticos<br />
A. Ao longo de um período mínimo de 6 meses, fantasias sexualmente excitantes, recorrentes e intensas, impulsos sexuais ou comportamentos envolvendo o ato (real, não simulado) de ser humilhado, espancado, atado ou de outra forma submetido a sofrimento.<br />
B. As fantasias, impulsos sexuais ou comportamentos causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social ou ocupacional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.</p>
<p><strong>302.84 Sadismo Sexual</strong><br />
Critérios Diagnósticos<br />
A. Ao longo de um período mínimo de 6 meses, fantasias sexualmente excitantes, recorrentes e intensas, impulsos sexuais ou comportamentos envolvendo atos (reais, não simulados) nos quais o sofrimento psicológico ou físico (incluindo humilhação) da vítima é sexualmente excitante para o indivíduo.<br />
B. O indivíduo realizou estes desejos sexuais com outra pessoa sem o seu consentimento, ou os desejos ou fantasias sexuais causam acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal.</p>
<p><strong>302.3 Travestismo Fetichista</strong><br />
Critérios Diagnósticos<br />
A. Por um período mínimo de 6 meses, em um homem heterossexual, fantasias sexualmente excitantes, recorrentes e intensas, impulsos sexuais ou comportamentos envolvendo o uso de roupas femininas.<br />
B. As fantasias, impulsos sexuais ou comportamentos causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social ou ocupacional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.</p>
<p><strong>302.81 Voyeurismo</strong><br />
Critérios Diagnósticos<br />
A. Durante um período mínimo de 6 meses, fantasias sexualmente excitantes recorrentes e intensas, impulsos sexuais ou comportamentos envolvendo o ato de observar uma pessoa que está nua, a se despir ou em atividade sexual, a qual não suspeita que está sendo observada.<br />
B. O indivíduo realizou estes desejos sexuais, ou os desejos ou fantasias sexuais causam acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal.</p>
<p align="left"><span style="color: #ffffff;font-family: Arial"><br />
</span></p>
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		<item>
		<title>Transtornos do sono</title>
		<link>http://oconsultorio.neuroblog.com/2012/05/03/transtornos-do-sono/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 23:10:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oconsultorio</dc:creator>
				<category><![CDATA[NeuroPsicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>                                      Transtornos do Sono &#160; &#160; 307.42 Insônia Primária 307.43 Hipersonia Primária 347 Narcolepsia 780.59 Transtorno do Sono Relacionado à Respiração 307.44 Transtorno do Ritmo Circadiano do Sono 307.47 Transtorno de Pesadelo 307.45 Transtorno de Terror Noturno 307.46 Transtorno de Sonambulismo 307.42(...)</p><p>The post <a href="http://oconsultorio.neuroblog.com/2012/05/03/transtornos-do-sono/">Transtornos do sono</a> appeared first on <a href="http://neuroblog.com">NeuroBlog.com</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>                           </strong><strong>           Transtornos do Sono</strong></p>
<table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">&nbsp;</p>
<table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">&nbsp;<br />
307.42 Insônia Primária<br />
307.43 Hipersonia Primária<br />
347 Narcolepsia<br />
780.59 Transtorno do Sono Relacionado à Respiração<br />
307.44 Transtorno do Ritmo Circadiano do Sono<br />
307.47 Transtorno de Pesadelo<br />
307.45 Transtorno de Terror Noturno<br />
307.46 Transtorno de Sonambulismo<br />
307.42 Insônia Relacionada a &#8230;<br />
307.44 Hipersonia Relacionada a &#8230;<br />
780.xx Transtorno do Sono Devido a &#8230; <a href="http://www.alexandrerivero.com.br/ausonos.htm#780xx"><br />
</a></p>
<p><a href="http://oconsultorio.neuroblog.com/files/2012/05/insonia2.jpg" rel="prettyPhoto[118]"><img class="size-medium wp-image-99 alignleft" src="http://oconsultorio.neuroblog.com/files/2012/05/insonia2-300x220.jpg" alt="" width="300" height="220" /></a>307.42 Insônia Primária<br />
Critérios Diagnósticos<br />
A. A queixa predominante é de dificuldade em iniciar ou manter o sono, ou de sono não reparador, pelo período mínimo de 1 mês.<br />
B. O distúrbio do sono (ou fadiga diurna associada) causa sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social ou ocupacional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.<br />
C. O distúrbio do sono não ocorre exclusivamente durante o curso de Narcolepsia, Transtorno do Sono Relacionado à Respiração, Transtorno do Ritmo Circadiano do Sono ou de uma Parassonia.<br />
D. O distúrbio não ocorre exclusivamente durante o curso de outro transtorno mental (p. ex., Transtorno Depressivo Maior, Transtorno de Ansiedade Generalizada, delirium).<br />
E. O distúrbio não é devido aos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (p. ex., droga de abuso, medicamento) ou de uma condição médica geral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>307.43 Hipersonia Primária<br />
A. Uma queixa predominante de sonolência excessiva pelo período mínimo de 1 mês (ou menos, se recorrente), evidenciada por episódios de sono prolongados ou episódios de sono diurno que ocorrem quase que diariamente.<br />
B. A sonolência excessiva causa sofrimento clinicamente signifcativo ou prejuízo no funcionamento social ou ocupacional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.<br />
C. A sonolência excessiva não é mais bem explicada por insônia e não ocorre exclusivamente durante o curso de outro Tanstorno do Sono (p. ex., Narcolepsia, Transtorno do Sono Relacionado à Respiração, Transtorno do Ritmo Circadiano do Sono ou uma Parassonia), nem pode ser explicada por uma quantidade inadequada de sono.<br />
D. O distúrbio não ocorre exclusivamente durante o curso de um outro transtorno mental.<br />
E. O distúrbio não é devido aos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (p. ex., droga de abuso, medicamento) ou de uma condição médica geral.</p>
<p>347 Narcolepsia<br />
Critérios Diagnósticos<br />
A. Ataques irrefreáveis de sono reparador ocorrendo diariamente ao longo dos últimos 3 meses.<br />
B. Presença de no mínimo um dos seguintes sintomas:<br />
(1) cataplexia (i. é, episódios breves de perda bilateral súbita do tônus muscular, mais freqüentemente em associação com intensa emoção)<br />
(2) intrusões recorrentes de elementos do sono de movimentos oculares rápidos (REM) na transição entre o sono e a completa vigília, manifestadas por alucinações hipnagógicas ou hipnopômpicas ou paralisia do sono, no início ou no final dos episódios de sono<br />
C. O distúrbio não é devido aos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (p. ex., droga de abuso, medicamento) ou de outra condição médica geral.</p>
<p>780.59 Transtorno do Sono Relacionado à Respiração<br />
Critérios Diagnósticos<br />
A. Distúrbio do sono, levando a sonolência excessiva ou insônia, considerado devido a uma condição respiratória relacionada ao sono (p. ex., síndrome de apnéia obstrutiva ou central do sono ou síndrome de hipoventilação alveolar central).<br />
B. O distúrbio não é mais bem explicado por outro transtorno mental, nem se deve aos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (p. ex., droga de abuso, medicamento) ou de outra condição médica geral (outra que não um transtorno relacionado à respiração)</p>
<p>307.44 Transtorno do Ritmo Circadiano do Sono<br />
Critérios Diagnósticos<br />
A. Padrão persistente ou recorrente de distúrbio do sono, levando a sonolência excessiva ou insônia devido a um desajuste entre o horário de sono-vigília exigido pelo ambiente e o padrão circadiano de sono-vigília do indivíduo.<br />
B. distúrbio do sono causa sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social ou ocupacional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.<br />
C. O distúrbio não ocorre exclusivamente durante o curso de um outro Transtorno do Sono ou outro transtorno mental.<br />
D. O distúrbio não é devido aos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (p. ex., droga de abuso, medicamento) ou de uma condição médica geral.</p>
<p><a href="http://oconsultorio.neuroblog.com/files/2012/05/ciclos_sono.gif" rel="prettyPhoto[118]"><img class="aligncenter size-full wp-image-100" src="http://oconsultorio.neuroblog.com/files/2012/05/ciclos_sono.gif" alt="" width="400" height="282" /></a>307.47 Transtorno de Pesadelo<br />
Critérios Diagnósticos<br />
A. Despertares repetidos durante o principal período de sono ou cochilos, com recordação detalhada de sonhos extensos e aterradores, em geral envolvendo ameaças à sobrevivência, segurança ou auto-estima. Os despertares habitualmente ocorrem durante a segunda metade do período de sono.<br />
B. Ao despertar dos sonhos aterradores, o indivíduo rapidamente se torna orientado e alerta (ao contrário da confusão e da desorientação vistas no Transtorno de Terror Noturno e em algumas formas de epilepsia).<br />
C. A experiência onírica ou o distúrbio do sono resultante do despertar causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social ou ocupacional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.<br />
D. Os pesadelos não ocorrem exclusivamente durante o curso de outro transtorno mental (p. ex., Delirium, Transtorno de Estresse Pós-Traumático) nem são decorrentes dos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (p. ex., droga de abuso, medicamento) ou de uma condição médica geral.</p>
<p>307.45 Transtorno de Terror Noturno<br />
Critérios Diagnósticos<br />
A. Episódio recorrentes de despertar abrupto, geralmente ocorrendo durante a primeira terça parte do episódio principal de sono e iniciando com um grito de pânico.<br />
B. Medo intenso e sinais de excitação autonômica, tais como taquicardia, taquipnéia e sudorese durante cada episódio.<br />
C. Relativa ausência de resposta a esforços de outros para confortar o indivíduo durante o episódio.<br />
D. Não há recordação detalhada de algum sonho e existe amnésia para o episódio.<br />
E. Os episódios causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social ou ocupacional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.<br />
F. O distúrbio não se deve aos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (p. ex., droga de abuso, medicamento) ou de uma condição médica geral.</p>
<p>307.46 Transtorno de Sonambulismo<br />
Critérios Diagnósticos<br />
A. Episódios repetidos de levantar da cama e deambular durante o sono, geralmente ocorrendo durante a primeira terça parte do principal episódio de sono.<br />
B. Durante o episódio de sonambulismo, o indivíduo apresenta uma expressão facial vazia e fixa, prativamente não responde aos esforços de outros para comunicarem-se com ele e pode ser despertado apenas com grande dificuldade.<br />
C. Ao despertar (do episódio de sonambulismo ou na manhã seguinte), o indivíduo tem amnésia para o episódio.<br />
D. Alguns minutos após despertar do episódio de sonambulismo, não mais existe prejuízo da atividade mental ou do comportamento (embora possa haver, inicialmente, um curto período de confusão ou desorientação).<br />
E. O sonambulismo causa sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social ou ocupacional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.<br />
F. O distúrbio não é decorrente dos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (p. ex., droga de abuso, medicamento) ou de uma condição médica geral.</p>
<p>307.42 Insônia Relacionada a &#8230; [Indicar o Transtorno do Eixo I ou Eixo II]
Critérios Diagnósticos<br />
A. A queixa predominante é de dificuldade para iniciar ou manter o sono, ou sono não reparador, pelo período mínimo de 1 mês, associada com fadiga ou funcionamento prejudicado durante o dia.<br />
B. O distúrbio do sono (ou seqüelas diurnas) causa sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social ou ocupacional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.<br />
C. Considera-se que a insônia esteja relacionada a outro transtorno do Eixo I ou do Eixo II (p. ex., Transtorno Depressivo Maior, Transtorno de Ansiedade Generalizada, Transtorno da Adaptação com Ansiedade), mas é suficientemente grave a ponto de indicar atenção clínica independente.<br />
D. O distúrbio não é mais bem explicado por outro Transtorno do Sono (p. ex., Narcolepsia, Transtorno do Sono Relacionado à Respiração, Parassonia).<br />
E. O distúrbio não é decorrente dos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (p. ex., droga de abuso, medicamento) ou de uma condição médica geral.</p>
<p><a href="http://oconsultorio.neuroblog.com/files/2012/05/2babe05d-d641-49b9-a562-d9c586993169_LARGE.jpg" rel="prettyPhoto[118]"><img class="size-medium wp-image-101 alignright" src="http://oconsultorio.neuroblog.com/files/2012/05/2babe05d-d641-49b9-a562-d9c586993169_LARGE-300x227.jpg" alt="" width="300" height="227" /></a>307.44 Hipersonia Relacionada a &#8230; [Indicar o Transtorno do Eixo I ou Eixo II]
Critérios Diagnósticos<br />
A. A queixa predominante é de sonolência excessiva pelo período mínimo de 1 mês, evidenciada por episódios prolongados de sono ou episódios de sono diurno que ocorrem quase que diariamente.<br />
B. A sonolência excessiva causa sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no fucionamento social ou ocupacional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.<br />
C. Considera-se que a hipersonia esteja relacionada a outro transtorno do Eixo I ou do Eixo II (p. ex., Transtorno Depressivo Maio, Transtorno Distímico), mas é suficientemente grave a ponto de indicar uma atenção clínica independente.<br />
D. O distúrbio não é mais bem explicado por outro Transtorno do Sono (p. ex., Narcolepsia, Transtorno do Sono Relacionado à Respiração, Parassonia) ou por uma quantidade inadequada de sono.<br />
E. O distúrbio não é decorrente dos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (p. ex., droga de abuso, medicamento) ou de uma condição médica geral.</p>
<p>780.xx Transtorno do Sono Devido a &#8230; [Indicar a Condição Médica Geral]
Critérios Diagnóstico<br />
A. Um distúrbio proeminente do sono suficientemente grave a ponto de indicar atenção clínica independente.<br />
B. Existem evidências, a partir do histórico, do exame físico ou dos achados laboratoriais, de que o distúrbio dosono é a conseqüência fisiológica direta de uma condição médica geral.<br />
C. O distúrbio não é mais bem explicado por outro transtorno mental (p. ex., Transtorno da Adaptação no qual o estressor é representado por uma condição médica geral grave).<br />
D. O distúrbio não ocorre exclusivamente durante o curso de um delirium.<br />
E. O distúrbio não satisfaz os critérios para Transtorno do Sono Relacionado à Respiração ou Narcolepsia.<br />
F. O distúrbio do sono causa sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social ou ocupacional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.</p>
<p>&#8212;-.&#8211; Transtorno do Sono Induzido por Substância (consultar Transtornos Relacionados a Substâncias para códigos específicos das substâncias)<br />
Critérios Diagnósticos<br />
A. Um distúrbio proeminente do sono suficientemente grave a ponto de indicar atenção clínica independente.<br />
B. Existem evidências, a partir do histórico, do exame físico ou dos achados laboratoriais, de (1) ou (2):<br />
(1) os sintomas no Critério A desenvolveram-se durante ou dentro de 1 mês após a Intoxicação com Substância ou a Abstinência de Substância<br />
(3) o uso de medicação está etiologicamente relacionado com o distúrbio do sono<br />
C. O distúrbio do sono não é mais bem explicado por um Transtorno do Sono não induzido por substância. As evidências de que os sintomas são mais bem explicados por um Transtorno do Sono não induzido por substância poderiam incluir as seguintes: os sintomas precedem o início do uso da substância (ou medicamento); os sintomas persistem por um período substancial de tempo (p. ex., cerca de 1 mês) após a cessação da abstinência aguda ou intoxicação grave, ou excedem substâncialmente os que seriam esperados, tendo em vista o tipo, a quantidade de substância usada ou a duração de seu uso; ou existem outras evidências que sugerem a existência de um Transtorno do Sono independente, não induzido por substância (p. ex., um histórico de episódios recorrentes não relacionados a substâncias).<br />
D. O distúrbio não ocorre exclusivamente durante o curso de um delirium.<br />
E. O distúrbio do sono causa sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social ou ocupacional</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>The post <a href="http://oconsultorio.neuroblog.com/2012/05/03/transtornos-do-sono/">Transtornos do sono</a> appeared first on <a href="http://neuroblog.com">NeuroBlog.com</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Transtornos de Aprendizagem</title>
		<link>http://oconsultorio.neuroblog.com/2012/05/02/transtornos-de-aprendizagem/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 22:16:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oconsultorio</dc:creator>
				<category><![CDATA[NeuroPsicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Relaciona-se com problemas de memória, Torgesen – 1988, pesquisas têm associado os déficits de memória a problemas de leitura e linguagem, bem como dificuldades de pronúncia e  em outras áreas (Cohen, Netley e Clarke,1984) o uso ineficiente de estratégias de ensaio e organização, bem como motivação limitada para o envolvimento em esforços mentais intencionais resultam em déficits(...)</p><p>The post <a href="http://oconsultorio.neuroblog.com/2012/05/02/transtornos-de-aprendizagem/">Transtornos de Aprendizagem</a> appeared first on <a href="http://neuroblog.com">NeuroBlog.com</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Relaciona-se com problemas de memória, Torgesen – 1988, pesquisas têm associado os déficits de memória a problemas de leitura e linguagem, bem como dificuldades de pronúncia e  em outras áreas (Cohen, Netley e Clarke,1984) o uso ineficiente de estratégias de ensaio e organização, bem como motivação limitada para o envolvimento em esforços mentais intencionais resultam em déficits de memória.</p>
<p><a href="http://oconsultorio.neuroblog.com/files/2012/05/dificuldade-de-aprendizagem.jpg" rel="prettyPhoto[117]"><img class="size-medium wp-image-93 alignleft" src="http://oconsultorio.neuroblog.com/files/2012/05/dificuldade-de-aprendizagem-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>Atenção, falta de competência para identificar estímulos importantes e salientes de um conjunto de estímulos. Inabilidade de atenção seletiva.</p>
<p>Pesquisas demonstram que crianças com transtorno de aprendizagem, apresentam: baixo-conceito de si próprias, não buscam o sucesso, minimizam o valor do esforço e tendem a ser pessimistas no resultado escolar.</p>
<p>A alunos com dificuldades de aprendizagem apresentam menor competência metacognitiva.</p>
<p>Estudantes bem sucedidos, quando desafiados, buscam informações, avaliam dados, selecionam a melhor resposta e cuidadosamente respondem ao desafio.</p>
<p>Estudantes que não obtém sucesso respondem de forma mais impulsiva e desorganizada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline">Etiologia:</span></strong></p>
<p>Múltipla, devendo ser avaliado caso a caso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline">O que fazer?</span></strong></p>
<p>1-Desenvolver competência metacognitiva, (capacidades de se perceber numa situação,de refletir sobre suas cognições,de desempenhos, atitudes,de se perguntarem sobre o que estão lendo, &#8230;)</p>
<p style="text-align: left">2-Treinamento pela auto-instrução,( procedimento em que a criança aprende a falar consigo mesma, a perguntar-se sobre a natureza de um problema, a abordagem mais eficaz de uma tarefa, as informações relevantes e a qualidade de seu desempenho.) – Vygotsky – a criança desenvolve a fala interna para manter o controle da conduta (do controle do mundo externo para o controle do mundo interno). Fala em voz alta e mantém a conduta, ainda esta sobre controle verbal. No estágio final regula a conduta pela fala interna silenciosa. – Brewster (1992) a auto-instrução na melhoria da leitura e da matemática.</p>
<p style="text-align: left">3-Encorajar a automonitoração: baseia-se na auto avaliação e no auto-registro.Visa gerar auto-regulação.</p>
<p>4-Treinamento de estratégias de  resolução de problemas, (técnicas, princípios ou regras que possibilitam aos estudantes aprenderem a resolver problemas e completar tarefas) desenvolvendo assim habilidades de lidar com problemas, independência, auto-regulação e sucesso em tarefas.</p>
<p>5- Modificação de crenças e pensamentos: disfuncionais sobre expectativa de resultados escolares e acerca do desempenho na aprendizagem.</p>
<p>6-Identificar possíveis comprometimentos de aprendizagem nas dimensões: neurológica / orgânica, contexto sócio-familiar, psicológica ou problemas de escolarização (inadequação ou falta de acompanhamento escolar).</p>
<p>7-Conforme as dimensões comprometidas indica-se: Tratamento Neurológico, Terapia Cognitiva, Fonoaudiologia, Psicopedagogia ou Reabilitação Cognitiva.</p>
<p>8-Não o chame de preguiçoso ou negligente.</p>
<p>9-Não faça comparações com irmãos, colegas, pais&#8230;</p>
<p>10-Não pressione criando medo de repetir de ano.</p>
<p>11-ajude-o a desenvolver tolerância consigo mesmo.</p>
<p>12-Fale sobre suas dificuldades francamente (respeitando-o).</p>
<p>13-Colocar o aluno próximo ao professor para que este possa intervir nas dificuldades.</p>
<p>14-Eliminar possíveis distrações (materiais não pertinentes à tarefa, janelas, colegas, sons diversos&#8230;).</p>
<p>Pesquisa Alexandre Rivero</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Dependência Química</title>
		<link>http://oconsultorio.neuroblog.com/2012/04/27/dependencia-quimica/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 22:16:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oconsultorio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Conjunto de fenômenos comportamentais, cognitivos e fisiológicos que se desenvolvem após repetido consumo de uma substância psicoativa, tipicamente associado ao desejo poderoso de tomar a droga; à dificuldade de controlar o consumo, à utilização persistente apesar das suas conseqüências nefastas, a uma maior prioridade dada ao uso da droga em detrimento de outras atividades e(...)</p><p>The post <a href="http://oconsultorio.neuroblog.com/2012/04/27/dependencia-quimica/">Dependência Química</a> appeared first on <a href="http://neuroblog.com">NeuroBlog.com</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Conjunto de fenômenos comportamentais, cognitivos e fisiológicos que se desenvolvem após repetido consumo de uma substância psicoativa, tipicamente associado ao desejo poderoso de tomar a droga; à dificuldade de controlar o consumo, à utilização persistente apesar das suas conseqüências nefastas, a uma maior prioridade dada ao uso da droga em detrimento de outras atividades e obrigações, a um aumento da tolerância pela droga e por vezes, a um estado de abstinência física.   <a href="http://oconsultorio.neuroblog.com/files/2012/04/As-a-result-of-drug-addiction.jpg" rel="prettyPhoto[116]"><img class="size-full wp-image-86 alignright" src="http://oconsultorio.neuroblog.com/files/2012/04/As-a-result-of-drug-addiction.jpg" alt="" width="300" height="282" /></a></p>
<p>A síndrome de dependência pode dizer respeito a uma substância psicoativa específica (por exemplo, o fumo, o álcool ou o diazepam), a uma categoria de substâncias psicoativas (por exemplo, substâncias opiáceas) ou a um conjunto mais vasto de substâncias farmacologicamente diferentes. CID-10</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline">Etiologia:</span></strong></p>
<p>·  Transtorno anti-social da personalidade é maior entre os dependentes de álcool e drogas ilícitas (Vaillant, 1983)</p>
<p>·   Transtorno de humor e ansiedade é maior entre os dependentes de substâncias.</p>
<p>·  Depressão e ansiedade, em muitos a dependência se instala como forma de “automedicação”. Os transtornos ansiosos: pânico, agorafobia e fobia social. Parece predispor mais a  dependência. A história pessoal de hiperatividade e déficit de atenção parece também predispor.</p>
<p>·   As primeiras experiências envolvem: cigarros, álcool, hidrocarbonetos voláteis, maconha. Segue-se um período de experimentação, uso regular e episódios de intoxicação franca.</p>
<p>·   Instalada a dependência, os interesses voltam-se para a droga, quebram-se relações, interesses abandonados e responsabilidades postergadas. Surgem dificuldades escolares, em família, trabalho.</p>
<p><a href="http://oconsultorio.neuroblog.com/files/2012/04/liberdade2.jpg" rel="prettyPhoto[116]"><img class="size-medium wp-image-89 alignleft" src="http://oconsultorio.neuroblog.com/files/2012/04/liberdade2-300x194.jpg" alt="" width="300" height="194" /></a><strong><span style="text-decoration: underline">O que fazer?</span></strong></p>
<p><strong>A Terapia Cognitiva-Comportamental mostra-se o recurso adequado no tratamento da dependência química associado a equipe multidisciplinar.</strong></p>
<p>1. Treinar Assertividade: aprender a posicionar-se, colocar seus limites, ser afirmativo. Assertividade não significa agressividade ou auto-anulação.</p>
<p>2. Treino de Habilidades Sociais: Aprender a lidar com desafios pessoais e profissionais e inserir-se socialmente.</p>
<p>3.  Rever falsas crenças sobre drogas e seus prejuízos. Obter informações confiáveis.</p>
<p>4.  Motivar-se para buscar ajuda .</p>
<p>5.  Pequenas quebras de abstinência não deve adquirir caráter catastrófico, durante o tratamento. Pesquisas apontam a existência de recaídas durante o tratamento.</p>
<p>6.  Acompanhamento Médico.</p>
<p>7. Identificação dos Incidentes Críticos que produzem a quebra de abstinência.(Situações que desencadeiam o uso).</p>
<p>8-  Compreender o significado do consumo de droga no contexto de vida da pessoa.</p>
<p>9.  Internação em casos acentuados de dependência.</p>
<p>Pesquisa Alexandre Rivero</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade &#8211; Tudo o que você precisa saber sobre!</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 22:25:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oconsultorio</dc:creator>
				<category><![CDATA[NeuroPsicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Rivero]]></category>
		<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
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		<category><![CDATA[Transtorno do déficit de atenção]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade Deficiência de atenção, controle de impulsos, regulação de atividade motora, afeta o psicossocial (família, escola, &#8230;). Pais se queixam de não concordância, imaturidade emocional, progresso acadêmico insatisfatório. Observa-se: desatenção, impulsividade e hiperatividade, não escutam instruções, não terminam trabalhos, sonham acordado, incomodam-se facilmente. Interrompem outras crianças, não aguardam sua vez em(...)</p><p>The post <a href="http://oconsultorio.neuroblog.com/2012/04/26/transtorno-do-deficit-de-atencao-e-hiperatividade-tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre/">Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade &#8211; Tudo o que você precisa saber sobre!</a> appeared first on <a href="http://neuroblog.com">NeuroBlog.com</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade</strong></p>
<p><strong>Deficiência de atenção, controle de impulsos, regulação de atividade motora, afeta o psicossocial (família, escola, &#8230;). Pais se queixam de não concordância, imaturidade emocional, progresso acadêmico insatisfatório.</strong></p>
<p><strong>Observa-se: desatenção, impulsividade e hiperatividade, não escutam instruções, não terminam trabalhos, sonham acordado, incomodam-se facilmente. Interrompem outras crianças, não aguardam sua vez em atividades e jogos, iniciam tarefas antes das instruções serem  completadas, fazem comentários indiscretos, &#8220;sempre em movimento&#8221;, falam excessivamente, dificuldade de aceitar e adaptar-se as regras ou solicitações, fica mais acentuado na ausência do adulto, quando a auto-regulação é fundamental.</strong></p>
<p><strong><a href="http://oconsultorio.neuroblog.com/files/2012/04/PIC_2518.jpg" rel="prettyPhoto[114]"><img class="size-full wp-image-77 alignleft" src="http://oconsultorio.neuroblog.com/files/2012/04/PIC_2518.jpg" alt="" width="280" height="219" /></a>Início: antes dos 7anos.</strong></p>
<p><strong>Manifestação: lar, escola, comunidade.</strong></p>
<p><strong>Presença em: 3% a 5% da população, 50% levam para a vida adolescente e adulta. Na vida adulta pode resultar em depressão e alcoolismo.</strong></p>
<p><strong>Hiperatividade &#8211; é uma atividade motora intensa, composta por movimentos involuntários, associados aos movimentos voluntários, os quais a criança não consegue controlar. Muitas vezes essa movimentação intensa é acompanhada por hiperatividade verbal ou ideativa.</strong></p>
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<p><strong>A criança com hiperatividade possui assim, um aumento na atividade motora. Um exemplo disso, seria quando colocamos uma criança com hiperatividade em frente a um aparelho de televisão; com freqüência mantém-se inquieta, movimenta-se constantemente, distrai-se facilmente.</strong></p>
<p><strong>A hiperatividade presente na vida motora da criança, também na  atividade cognitiva, baixa concentração.</strong></p>
<p><strong>Não coordenação Motora e Falta de Equilíbrio &#8211; são funções dependentes da maturação do cerebelo. Como esta maturação não está presente na maioria das crianças portadoras da Síndrome do Déficit de Atenção, elas possuem alterações na coordenação motora e falta de equilíbrio, sendo crianças que derrubam objetos, machucam-se freqüência.</strong></p>
<p><strong>Sensibilidade &#8211; ocorre devido o atraso na maturação das áreas do cérebro que comandam as noções de esquema corporal e praxias. As crianças com SDA possuem uma certa dificuldade gnósicas ( como de localização corporal) e alteração de sensibilidade. Sendo assim, essas crianças ao sofrerem algum tipo de ferimento, demoram mais para percebê-lo, e na maioria das vezes nem sabem como ocorreu.</strong></p>
<p><strong>Distúrbios da Fala- encontra-se atraso na aquisição e desenvolvimento da linguagem, fato que pode ocorrer devido à dificuldade de atenção.</strong></p>
<p><strong>São crianças tidas como &#8220;desligadas&#8221;, &#8220;inquietas&#8221;, &#8220;desajeitadas&#8221;, sendo na maioria das vezes rejeitadas pela sociedade. Devido a rejeição a qual é submetida, a criança pode desenvolver baixa estima e agressão.</strong></p>
<p><strong><a href="http://oconsultorio.neuroblog.com/files/2012/04/tdah.jpg" rel="prettyPhoto[114]"><img class="size-medium wp-image-78 alignright" src="http://oconsultorio.neuroblog.com/files/2012/04/tdah-300x291.jpg" alt="" width="300" height="291" /></a>Distúrbio de aprendizagem - A aprendizagem é prejudicada devido a dificuldade de concentração.</strong></p>
<p><strong>Portanto, as crianças com SDA são &#8220;crianças problemas&#8221; na escola, com muita dificuldade na aprendizagem, principalmente devido às alterações de atenção e conseqüentemente concentração.</strong></p>
<p><strong>No texto: &#8221; Síndrome do Déficit de Atenção&#8221; </strong>Christiane Araújo Angelotti <strong>a autora contou com a colaboração ,na Parte I ,das Fonoaudiólogas: Kátia Meneghetti e Dinorah Q. L de Vita no ano de 1996.</strong></p>
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<p><strong><span style="text-decoration: underline"> Observação:</span></strong></p>
<p>- A hiperatividade não quer dizer “correr de um lado para o outro, mas sim também falar sem parar”.</p>
<p>- A dificuldade em permanecer atento TORNA-SE ACENTUADA EM TAREFAS COTIDIANAS, POUCO ESTIMULANTES.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline">Etiologia:</span></strong></p>
<p>Desequilíbrio neuroquímico da dopamina e noropinefrina, região cerebral atingida: pré-frontal e límbica.</p>
<p>Possíveis causas: genética gravidez, complicações no nascimento ou pós nascimento, número menor por lesão cerebral, chumbo.</p>
<p>Ambiente pode exarcerbar mas não causara o DAS. O esclarecimento disto aos pais diminui a culpa.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline">Comorbidade:</span></strong></p>
<p>Desobediência, brigas, crises de raiva, mentiras, roubos, transtorno desafiador opositor, transtorno de conduta -&gt; alienam seus iguais que acabam respondendo com rejeição e hesitação social -&gt; gerando baixa auto-estima.</p>
<p>Apresenta-se também baixa tolerância a frustração, depressão e ansiedade, pais muitas vezes ficam negativos e diretivos, acabam percebendo-se como não habilidosos, estressados, sentindo-se com depressão e discórdia conjugal.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline">O que fazer:  </span></strong></p>
<p><strong>A Psicoterapia Cognitiva mostra-se um recurso muito importante no tratamento da criança hiperativa, com tratamento Neurológico.  (Recomenda-se algumas vezes; Psicopedagogia ou Reabilitação Cognitiva)</strong></p>
<p>1-Medicação</p>
<p>2-Treinar pais e educadores</p>
<p>-monitoramento (auto-observação e registro)</p>
<p>-avaliação e auto elogio (interiorizar critério de avaliação)</p>
<p>-treinamento de correspondência entre o que se diz e o seu comportamento</p>
<p>a- passada (valoriza-se verbalização da conduta e comunicação #  agir-comunicar: “criança descreva de forma precisa sua conduta passada”.</p>
<p>b- futura (valoriza-se verbalização da comunicação e conduta # comunicar-agir:</p>
<p>“criança comporta-ser de forma coerente em relação às previsões da conduta futura”) auto-instruir-se.</p>
<p>-reestruturar cognitivamente, revendo pensamentos distorcidos como: “Eu não consigo fazer nada direito ou Ninguém gosta de mim”.Assinalando a super-generalização.</p>
<p>3- No ambiente de reeducação deve haver um número limitado de estímulos- não adianta a apresentação de grande número de estímulos, vários jogos e brinquedos ao mesmo tempo. Deve-se ter o cuidado de apresentar um estímulo,por vez, para que a criança mantenha o interesse e a atenção por mais tempo possível.</p>
<p>4- Aprender auto-controle.</p>
<p>5- Conhecer espaço sócio-cultural de convivência do cliente.</p>
<p>6- Lidar com empatia.</p>
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<p><strong><a href="http://oconsultorio.neuroblog.com/files/2012/04/Transtorno-de-déficit-de-atenção-e-hiperatividade-em-crianças.jpg" rel="prettyPhoto[114]"><img class="size-medium wp-image-79 alignleft" src="http://oconsultorio.neuroblog.com/files/2012/04/Transtorno-de-déficit-de-atenção-e-hiperatividade-em-crianças-300x180.jpg" alt="" width="300" height="180" /></a>Síndrome do Déficit de Atenção</strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline">Diagnóstico Diferencial</span></strong></p>
<p>Existem algumas patologias com uma sintomatologia semelhante à SDA,  tornando-se difícil um diagnóstico diferencial.</p>
<p>A seguir será feito um paralelo entre a SDA e outras patologias.<br />
Problemas Psicológicos Graves &#8211; Nesses tipos de distúrbios, a criança geralmente possui hiperatividade. Porém, uma das diferenças encontradas que a difere da criança com SDA é que esta hiperatividade cessa em alguns momentos, principalmente quando a criança se encontra em situações novas ou difíceis. Quando, por exemplo, uma criança vai a casa de um desconhecido, ela procura, primeiramente , reconhecer o ambiente e as pessoas. Enquanto a criança com SDA, já entra no ambiente mexendo em tudo, inquieta, sobe e desce escadas&#8230;</p>
<p><strong> Autismo</strong>- O que difere a criança autista da criança com SDA é o tipo de hiperatividade.<br />
Na criança autista a hiperatividade é na maioria das vezes esteriotipadas, ritmada e repetitiva, ou seja, sempre com os mesmos movimentos numa mesma seqüência. Em alguns momentos a hiperatividade cessa para dar lugar a outras atitudes como por exemplo o choro, o riso, outras expressões faciais, etc.<br />
Enquanto que na criança com SDA, a hiperatividade não cessa nunca, nem para dar lugar a outros comportamentos.</p>
<p><strong> Deficiência Auditiva</strong> &#8211; Este diagnóstico diferencial é muito importante, pois muitas vezes a mãe traz a queixa de que a criança &#8221; não escuta bem&#8221;, ou &#8220;não presta atenção quando os outros falam com ela&#8221; e quando submetida á avaliação audiológica não é detectada uma alteração auditiva.</p>
<p>É nesse momento que o profissional pode suspeitar da SDA, principalmente se a avaliação audiológica for normal, somada a sintomas como hiperatividade e dificuldades escolares.<br />
Esta criança pode apresentar uma audiometria normal e queixa por parte dos pais de que ela &#8220;não escuta direito&#8221;, tanto devido a dificuldades na seleção dos estímulos, devido a falta de maturidade do SNC ,especialmente da formação reticular, quanto por uma dificuldade no cumprimento das etapas do processamento auditivo central( principalmente a atenção) .<br />
<a href="http://oconsultorio.neuroblog.com/files/2012/04/ht10571.gif" rel="prettyPhoto[114]"><img class="size-full wp-image-80 alignright" src="http://oconsultorio.neuroblog.com/files/2012/04/ht10571.gif" alt="" width="300" height="242" /></a></p>
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<p><strong> Dislexia</strong> -Em crianças com SDA comumente, pode-se encontrar, quadros de disgrafia, discalculia e dislexia( dificuldade para ler e escrever).A disgrafia deve-se em geral à incoordenação motora. A discalculia pode ser proveniente da dificuldade que a criança possui da noção de equivalência quantitativa. A dislexia deve-se a dificuldade de concentração e reconhecimento dos símbolos gráficos.<br />
Contudo, é importante ser feito o diagnóstico diferencial da criança com dislexia e da criança com SDA e sintoma de dislexia.<br />
O paciente disléxico tem dificuldades de reconhecimento estritamente relacionados com símbolos gráficos,  não possui falhas de concentração e atenção como em clientes com SDA.<br />
Um exemplo disso, é que uma criança com dislexia tem dificuldade na escrita, mas é capaz de realizar um jogo sem dificuldades em prestar atenção nas regras que envolvem o mesmo. Enquanto a criança com SDA possuirá dificuldade em perceber as regras, e manter atenção para tal atividade.</p>
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<p><strong> Deficiência Mental</strong>-A criança portadora de deficiência mental possui seu desenvolvimento intelectual prejudicado, o que a impede em alguns momentos de realizar determinadas atividades, ou seja, ela é incapaz de entender, por exemplo, regras de jogos mais complexos.<br />
Enquanto a criança com SDA, não é incapaz por ter função intelectual prejudicada ou deficiente, mas por ter dificuldade no campo da atenção.<br />
A criança com Deficiência Mental na maioria das vezes pode não apresentar uma hiperatividade, mas sim um estado de agitação.<br />
Outra característica da criança com deficiência mental é o quadro de hipotonia que a acompanha.<br />
Afasia de Evolução &#8211; o que a diferencia da SDA é principalmente a existência de uma lesão cerebral, o que não acontece na SDA.</p>
<p>No texto: &#8221; Síndrome do Déficit de Atenção&#8221; Christiane Araújo Angelotti a autora contou com a colaboração ,na Parte I das Fonoaudiólogas: Kátia Meneghetti e Dinorah Q. L de Vita no ano de 1996.</p>
<p>Pesquisa Alexandre Rivero</p>
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